Entramos no Mês da Prevenção ao Suicídio, e esse período desperta sentimentos, olhares e percepções sobre o assunto. Inicio uma reflexão  trazendo à tona as fragilidades e dificuldades do ser humano. Há muito a que pensar, discutir e significar em um processo de escuta, mas quero adentrar em uma análise que diz respeito a compreensão desta suposta escolha.

    Porque auferir e compor um movimento de cessar das dores através desta escolha? A pessoa em sofrimento, está vivenciando momentos de culpa e de negação.É nesse ponto em que o sinal amarelo se acende. Como um aviso. Uma parada para a escuta. Olhar pra dentro de si. Atentar para o que estamos vivendo e o que estamos sentindo. E em seguida, retomamos à perguntas das quais não encontramos respostas.  

    É neste ensaio da vida em que é chegado o momento de  encontrar novos mapas. Recomeçar, reavaliar. Entender que oportunidades passaram, o Sinal Amarelo nos convida à exitar. Cuidar. Aprimorar as responsalidades por nossas ações. Perceber que não está só e construir garantias de mudança que são constantes na vida. Acontecem no decorrer da vida, e com vida. 

    As dificuldades fazem parte do nosso viver. É o enredo da vida.  A busca do entendimento das dificuldades. Decifrar nossas dores, possibilita construir novas alternativas dentro do pensar e inserir combustivel a cada amanhecer. Você não está sozinho. Procure ajuda.


                                                                                        João F.M. Schneider

                                                                                Psicólogo Clínico - CRP: 07/21058

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